Correção das atividades de Português da semana 1 do PET 1 - 7º Ano (2021)
Turma, boa tarde!
Vejam a correção das atividades da semana do PET1:
Leia a notícia a seguir para responder às questões 1, 2 e 3. Maluquices – 2 de julho de 2020
Artista faz máscaras estampadas com o rosto dos clientes
Novidade possibilita que usuários desbloqueiem a tela do celular por meio do reconhecimento facial
Danielle
usando uma das máscaras feitas
por ela. Foto:
Twitter/ Reprodução
A artista Danielle
Baskin, dos Estados
Unidos, está fazendo
máscaras faciais com o desenho
do rosto dos clientes desde
fevereiro. A ideia
é que, assim,
as pessoas possam
ficar protegidas do novo corona-
vírus e, ao mesmo tempo,
serem reconhecidas quando
estiverem fora de casa.
Tudo começou quando
a norte-americana decidiu
fazer máscaras com a imagem
do próprio rosto
como uma piada.
Mas, como a ideia fez sucesso, ela passou a vender produtos
estampados com fotos
do rosto dos
clientes.
Além de fazer esse trabalho com máscaras de pano
comuns, Danielle também estampa o rosto das
pessoas em máscaras N95
(utilizado por profissionais da área da saúde, que
garantem ainda mais
pro- teção). Com as N95 de Danielle,
o usuário consegue até mesmo
desbloquear a tela do celular
por meio do reconhecimento facial.
Agora, a artista
está tentando possibilitar que as máscaras de pano que
produz também sejam
compa- tíveis com o reconhecimento facial dos celulares. Isso porque as N95 são difíceis de ser encontradas, de modo que a recomendação é que a população em geral use apenas as comuns e deixe as N95 para quem mais
precisa (profissionais da saúde, por exemplo).
Fontes: Bored
Panda, Face
ID Masks,
Mega Curioso
e This Is Colossal. Fonte:
JORNAL JOCA. Disponível em: <https://www.jornaljoca.com.br/artista-faz-mascaras-estampadas-com-os-rostos-dos-
clientes/>. Acesso em: 18 jan. 2021.
1. A notícia acima foi escrita
para cumprir uma finalidade específica. Que finalidade é essa?
A Finalidade é mostrar o trabalho de Danielle com as máscaras de foto de rostos. Essa
finalidade é alcançada a partir das descrições do texto e da imagem que ilustra
a notícia, ou seja, a partir da linguagem verbal e não verbal.
2. No primeiro parágrafo, uma série
de informações permite
ao leitor responder a algumas perguntas:
O quê é noticiado? Máscaras faciais com desenho dos rostos
Quem? A
artista Danielle Baskin
Quando? Desde
fevereiro
Como? Estampando
com fotos dos clientes
Onde? Estados
Unidos
Por quê? Para que as pessoas possam ficar protegidas do novo
coronavírus e, ao mesmo tempo, serem reconhecidas quando estiverem foram de
casa.
3. Compare as informações apresentadas no primeiro
parágrafo ao tipo de informação que consta dos
No primeiro
parágrafo é o resumo da notícia a partir do lead.
Já os parágrafos subsequentes trazem maior detalhamento das informações através
de informações secundárias.
4. (SIMAVE)
Este texto foi extraído da seção Curiosidades, da Revista Recreio.
Qual é a maior
árvore do mundo?
A árvore mais alta é uma sequoia batizada de Hipérion: tem 115,5 metros
de altura – e isso equivale a um prédio de 40 andares!
Essa gigantona está no Parque Nacional
das Sequoias, na Califórnia, Estados
Unidos. Já a maior em circunferência é a árvore
de Tule: são 58 metros.
Para abraçar a gorducha, é pre- ciso reunir 17 pessoas, com
braços bem esticados em volta dela!
Está na cidade
de Oaxaca, no México.
(Revista Recreio, 2 fev. 2012, n. 621. p. 4. Adaptado.)
Em textos de teor científico, como é o caso da curiosidade extraída
da Revista Recreio, não é comum
encontrarmos palavras próprias da fala,
como os termos em destaque “gigantona” e “gorducha”. No en- tanto, nesse caso, as marcas orais
se justificam por
a) aproximar
o conteúdo abordado ao público leitor, ou seja, crianças e adolescentes.
Explicação:
(Por tratar-se da revista “Rrecreio” usar expressões
comuns ao público jovem aproxima o conteúdo desses leitores que são o alvo da
revista.)
b) associar o
texto escrito ao texto oral, revelando que escrevemos como falamos.
c) expressar a
opinião do autor em relação ao tamanho das árvores apresentadas.
d) manter uma
característica comum entre as revistas, as quais usam expressões da fala.
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