Correção da semana 1 do PET 2 - 7º ano (2021)
ATIVIDADES
1. Os contos encantam as crianças através dos tempos, são passados de geração em geração pelos povos de diferentes culturas. Muitas pessoas têm os primeiros contatos com a leitura por intermédio dos contos.
a) E você, quais histórias infantis você mais gosta? Por quê?
R.: Pessoal:
b) Em quais delas há bruxas no enredo? Em sua opinião, por que as bruxas são personagens recorrentes em contos infantis?
As bruxas são recorrentes em contos infantis, pois elas representam o mal. Elas são as antagonistas que, geralmente, são vencidas pelo protagonista, personagem que representa o bem nas narrativas infantis.
2. Você estudou sobre as características e tipos dos contos. Agora é hora de verificar sua aprendizagem. Leia com atenção e numere as alternativas de acordo com seus respectivos contos.
a) Conto de terror
b) Conto de humor
c) Conto realista
d) Conto de fadas
e) Conto fantástico
( A) Flor, telefone, moça, de Carlos Drumond de Andrade - “Uma moça tem o hábito de passear pelo cemitério. Em um dos passeios, pega uma flor de um túmulo e a partir daí começa a receber ligações incessantes de uma voz que pede a flor de volta, até um final trágico acontecer. ”
( E) A mão do macaco, de William Wymark Jacobs - “Uma família humilde consegue um misterioso amuleto, uma mão seca e mumificada de um macaco, que aparentemente possui a magia de realizar três desejos.”
( C) O matadouro, de Esteban Echeverría – “O escritor argentino narra uma cena que ocorre com um animal em um matadouro em Buenos Aires durante a época de Juan Manuel de Rosas (sé- culo XIX). As descrições dos personagens e do ambiente são precisas e coincidem com o tem- po histórico em que a história está situada. ”
(D ) A bela e a fera (1740), de Jeanne-Marie LePrince de Beaumont em 1756 – “Uma criatura (a fera) que se apaixona por uma jovem (a bela). Ao ter seu amor correspondido, a criatura se vê livre de um feitiço que a transformara em um monstro e volta finalmente à sua forma humana.
( B) A velha contrabandista, Stanislaw Ponte Preta – “Uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. O fiscal perguntou o que ela leva no saco e ela respondeu que era areia...”
(C) Tentação, de Clarice Lispector – conta sobre uma menina que se sente diferente dos outros, o que intensifica a solidão dela. “Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da meni- na flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pes- soa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. ”

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